domingo, 4 de março de 2012

Modos organizativos em dança: designs que se materializam enquanto o corpo dança

Este artigo foi publicado na Revista científica da FAP, 7 em junho de 2011
Para ler o artigo clique aqui


Resumo:
Este artigo apresenta perspectivas do entendimento da dança a partir dos modos organizativos singulares aos corpos que a constroem. Por meio desta abordagem, percebe-se que a particularidade do movimento da dança, constrói um design enquanto o corpo dança. Diferentes designs resultam em modos distintos de se pensar e criar dança, e consequentemente, configuram danças contextualizadas pelas relações que se estabelecem entre corpo que dança e ambiente.

Por Carolina De Nadai

sábado, 3 de março de 2012

NID Uta Brandes e Michael Erlhoff

Estudando a gambiarra a partir do design não intencional
Flickr: Non Intentional Design

Cabidela

linha a linha, tricoto a colcha de recortes. ___________________________________________________________ {estou por um fio.}



Cito e indico cabidela, de Laura Castro: http://cabidela.blogspot.com/

gambiologia

http://www.gambiologia.net/blog/

O Diverso de 07/02/2012, veiculado na Rede Minas e TV Brasil, desvenda um universo cada vez mais comum no dia a dia das artes plásticas brasileiras. Definida como a ciência da gambiarra, a Gambiologia convoca discussões como consumo consciente, reaproveitamento de materiais e questiona a relação desse processo criativo com o velho “jeitinho brasileiro”. Com Mariana Manhães, Fred Paulino, Lucas Bambozzi, Andre Mintz, Ganso, Lucas Mafra e Paulo Nenflidio.

Philippe Decouflé Compagnie DCA

OCTOPUS em Lisboa

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O que ou como GAMBIARRA? (projeto em andamento)

botão (sem proteção) do forno do fogão de casa - gambiarra com arame

Este é o início de um projeto. Uma proto-ideia que precisa de impulso, referências, sugestões e improvisos. Não sabe-se ainda que design este trabalho vai configurar, mas engendra-se na descoberta do conceito "gambiarra", sua aplicabilidade no Brasil, Portugal e em outros lugares do mundo (porém ainda não encontrei tradução semelhante em outra língua que não a portuguesa). O interesse maior se dá na aplicação de gambiarras que estão próximas do corpo, que o corpo necessita agir para que funcionem ou que sejam mesmo acopladas como extensões corporais.



No Brasil, o termo está ligado predominantemente à improvisação, a uma reparação que se faz num objecto quando este está com algum tipo de problema no seu funcionamento, desde casos que necessitam de um pequeno ajuste, até quando estão a beira do colapso, mas ainda há como salvá-lo em lugar de descartá-lo. Em Portugal, a “gambiarra” é em primeiro lugar uma extensão de luz, um tipo lanterna, mas é possível que se compreenda o termo tal qual se utiliza no Brasil. Contudo, objectiva-se investigar a partir da técnica de improvisação soluções precárias, toscas a serem organizadas pelo corpo.




Por Carolina De Nadai

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Para Chico Buarque de Holanda


materialização tosca de uma ideia matinal:
Peitinhos de Pitomba